Fotos: Arraial do Cabo-RJ, 2012.
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segunda-feira, 1 de julho de 2024
Arraial do Cabo-RJ
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sexta-feira, 21 de abril de 2023
sexta-feira, 14 de outubro de 2022
Daniel - Romaria part. Leo Cidade [Clipe oficial]
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quarta-feira, 28 de setembro de 2022
George McCrae - Rock Your Baby (DJ 3B Remix) (Clean) (1974)
"Open up your heart and let the lovin' start"
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quinta-feira, 15 de setembro de 2022
NETINHO Sandra 2006 DVD
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segunda-feira, 12 de setembro de 2022
Agnaldo Rayol - Ave Maria (Concerto de Natal)
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terça-feira, 12 de abril de 2022
Andrea Bocelli: Ave Maria – Music For Hope (Live From Duomo di Milano)
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022
Frank Sinatra - My way (legendado)
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2021
Rita Lee - "Cor de Rosa Choque/Todas as Mulheres do Mundo" (Ao Vivo) - M...
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domingo, 8 de novembro de 2020
Eu sou assim
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terça-feira, 5 de maio de 2020
Black Juniors - Mas que linda estás (clip oficial) vj adalberto
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2019
Epidemia de gênios?
Algum tempo atrás, uma velha conhecida afirmou diante de mim
que todos estão sofrendo de estresse e ansiedade. Bem, eu posso até passar por
estresse e ansiedade devido a algum episódio (coisa que vem e passa), quanto a
sofrer é outra coisa. Definitivamente, não é o meu caso! Eis que no momento,
sem que estivesse com algum episódio de estresse e ansiedade em mente para
mencionar, perguntei se podia estar com preocupação devido ao fato de
acompanhar os conflitos na política. Imediatamente,
ela afirmou ser normal, afinal de contas, a política tem entrado na casa de
todos por conta da internet. A partir da segunda afirmação, percebi que não
estava diante dela como outra pessoa. A impressão é que devia ser uma coisa
para assistir o seu conhecimento sobre tudo: inclusive sobre mim. Pois bem! Comigo
não existe o acompanhar a política porque a internet colocou ela dentro das casas.
A minha própria memória política iniciou assistindo pela TV o Tancredo Neves
discursando em palanque - lembro até da esposa dele ao lado (eu tinha 12 anos). E nunca deixei de acompanhar a política (Sarney, Collor, Itamar, FHC, Lula, etc.), fosse
pela TV, comprando revistas. Um ano antes da eleição entre Lula x Serra, eu já sabia que ia votar no Serra, no entanto, era evidente que seria o Lula quem venceria pela quantidade expressiva de políticos eleitos do PT somados aos que fariam aliança. Nesse período já tinha internet, então era fácil contar o número de deputados estaduais, federais, por partido. Fiz cursinho de marketing político só para saber sobre manipulação. Pois, não havia outra palavra, que não a manipulação, para explicar a mudança do Lula que disputou eleições antes com discurso sindicalista, irado, para o Lulinha que surgiu como paz e amor todo bem vestidinho. Além, todas às vezes que tive oportunidade de escutar
pessoas cujas memórias iniciaram bem antes da minha, não perdia uma palavra do
que me era dito.
Eis a questão: Será que atualmente pode estar ocorrendo uma epidemia de gênios? Pois é! Talvez, com bases em informações do Google, das mais variadas formas de terapias, de discursos legalizados, muitos possam estar interpretando o conhecimento objetivo
como realidade subjetiva. A questão que surge nesse episódio do filme Gênio
Indomável, talvez, possa ter sentido trazê-la para a realidade atual a perguntar: O que um
sabe do outro? Pensa que sabe do outro por que escuta uma palavra? Por que vê um gesto? Por que lê umas palavrinhas?
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
Benito Di Paula - Ah! Como Eu Amei (Ao Vivo)
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segunda-feira, 17 de junho de 2019
Baby do Brasil - 04 - Sem Pecado e Sem Juízo - 2015
A música que tenho como favorita: Sem pecado e sem juízo, Baby do Brasil.
Eu tinha 13 anos quando a escutei pela primeira vez.
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quinta-feira, 23 de maio de 2019
Bryan Adams - Have You Ever Really Loved A Woman?
Quando
uma máscara é vista, por menor que ela seja, a ideia é clara de que há
algo que precisa ser revelado. Nessa sociedade da transparência, a nudez antecipada facilmente engana.
Sandra Valeriote
domingo, 19 de maio de 2019
Reforma da Previdência: Câmara quer descartar texto atual e criar novo
O que entendi no texto que explica esse título: "Reforma da Previdência: Câmara quer descartar texto atual e criar novo, é que o Congresso Nacional não está aceitando o trabalho realizado pelo Ministério da Economia. *Para fazer a leitura do texto em questão, clicar AQUI.
Às vezes, surge em mim um pensamento sobre alguma questão; e o pensamento me impõe a necessidade de pensar na possibilidade de estar enganada. Pois é: às vezes, o pensamento é tão estranho, sem sentido, que acabo me sentindo no dever de dedicar ao pensamento grande consideração.
Pois bem! Ao ler o texto em questão, me surgiu pensamento para ser pensado. O que veio ao meu pensamento? Exemplos: 1) O dono de um restaurante contrata um garçom. O garçom passa três meses trabalhando e aí vem o dono e diz: "pode deixar que eu mesmo sirvo". Eis a questão: o garçom não é demitido, apenas o dono do restaurante é que fica fazendo o trabalho dele. 2) Um hospital contrata um cardiologista. O cardiologista passa três meses trabalhando e aí vem a diretoria e diz: "pode deixar o trabalho por nossa conta". Eis a questão: o médico não é demitido, apenas a diretoria do hospital é que passa a realizar o trabalho dele. 3) Um empresário contrata um vendedor externo. O vendedor passa três meses trabalhando e aí vem o empresário e diz: "pode deixar que eu mesmo vou sair para vender". Eis a questão: o vendedor não é demitido, apenas o empresário é que passa a fazer o serviço dele.
Baseada nos exemplos que o meu pensamento criou, eu me pergunto: Será essa a informação que o Congresso Nacional está transmitindo? Que não tem problema o país gastar com o Ministério da Economia, mas quem fará tudo são os parlamentares?
É um pensamento que realmente precisa ser pensado: tamanho a estranheza, falta de sentido, aberração... Porque GA$TAR com o Ministério da Economia para que todos que lá estão entreguem trabalhos, e ao entregarem (como foi entregue o texto da Reforma da Previdência) dizer que não há necessidade do que fazem porque tem quem faça (os parlamentares), e ainda manter o gasto existindo...
domingo, 21 de abril de 2019
domingo, 17 de março de 2019
Lula, Bolsonaro, mudanças sociais.
Relato aqui uma parte, entre
outras, do que eu vi acontecendo no movimento político do final da década de 80
até a atualidade, envolvendo figuras de grande expressão política.
Final da década de 80.
O PT havia conquistado um
número vantajoso de filiados da sociedade civil para o partido. Parecia moda o
broche da estrelinha do PT pregado na roupa de cidadãos comuns. Mas, a moda da
estrelinha do PT sendo usada por cidadãos comuns era uma pequena vantagem
comparada a outra, que se deu na esfera do poder. O partido do PT já se
destacava também com um número expressivamente vantajoso de políticos eleitos
em todas as esferas: municipal, estadual, federal. Ou seja, havia político do
PT eleito em tudo quanto era canto desse país, trabalhando em redutos
eleitorais. Os redutos eram bem administrados por figuras políticas ou cidadãos
locais com bom nível de influência. Todos tinham como principal característica
a lealdade ao partido.
Então, nesse período já era
evidente que o partido também desejava conquistar o poder maior: a presidência
da República. Para essa conquista, todo investimento foi no Lula. Ora, em se
tratando da cúpula do PT, com José Dirceu, Genoino, Dilma, e outros, parece que a
biografia do Lula era menos complicada para maquiar. Pois bem! O partido do PT
já tinha um bom número de cidadãos civis filiados, número expressivamente
elevado de políticos eleitos, alianças com partidos importantes acontecendo.
Mas, eis uma questão que parecia ser um calo no pé do partido muito difícil de
resolver: o Lula, sendo a única figura com possibilidade para ser o candidato
que poderia conquistar a presidência da República, evidenciava grande talento
para desempenhar o papel de líder sindical. Era um talento que encantava sindicalistas,
e abocanhava uma parte da sociedade jamais suficiente para conquistar a
vitória. Os discursos dele revelavam agressividade, evidências de que não tinha
habilidade para diálogos, que não estava nem aí se precisasse derrubar tudo
pela frente. No mais, do ponto de vista da estética, o Lula aparecia vestido
informalmente, com uma barba que parecia não ter cuidados higiênicos. Eram
questões que podiam não interferir para uma eleição de presidente de sindicato,
vereador ou deputado, mas para presidente da República a realidade era outra,
que evidentemente não combinava com os discursos e a aparência que ele
apresentava. Pois bem! Eis que surge um momento mágico. Pode acreditar! Não foi
apenas no conto da Cinderela que existiu uma varinha mágica; no conto do Lula
também aconteceu: com a "varinha mágica do marketing", eis que
o Lula apareceu para a disputa da eleição em 2002, não mais como um sapo
barbudo que parecia que ia engolir tudo e todos. O Lula tinha se transformado
num príncipe encantador: todo bem arrumadinho, falando de forma correta, com
muita calma, um sorriso de galã de novela; até a barba dele parecia ter
recebido tratamento de hidratação. É isso! Sob um passe de mágica (marketing),
o Lula agressivo se transformou no Lulinha paz e amor: encantou e ganhou.
Numa democracia, o povo (a
maioria) não consegue eleger um presidente que simboliza o oposto da
experiência de vida real. Dentre as proeminentes características que podem ser
destacadas como existentes na sociedade, no período em que o Lula
concorria à presidência da República, aparecia como realidade no Brasil a
alegria, a simpatia, a gentileza, a compaixão, a expectativa do desenvolvimento
(esperança), a paz. Em outras palavras, o que era oposto ao povo aparecia
evidentemente no Lula. Quando ele conseguiu teatralizar exatamente a realidade
que o povo conhecia, foi aceito e eleito. Podemos dizer que a aceitação partiu
de uma sensação coletiva de segurança e confiança de que aquela realidade
estaria sendo preservada. Não precisava desconstruir nada, bastava preservar o
que existia e seguir com a excelente condição financeira para realizar
grandes conquistas... Pois é! O Lula conseguiu deixar em evidência que havia se
transformado, que também tinha entrado no caminho conhecido por todos... Mas,
não era a verdade. Sinceramente, se fosse coisa de cinema, o marqueteiro Duda
Mendonça e o Lula, sem sombra de dúvida, destacariam-se no ganho de premiações.
Quem sabe as gerações futuras não verão esse ganho por parte dos atores que
conquistarem o papel para interpretá-los!
Bem, para nossa geração, o
que existe é a experiência com a realidade atual. E, atualmente, todos já sabem
que a mágica não perpetuou... Mas, convenhamos, é essa a realidade da mágica.
Mágica é só mágica! O príncipe Lula não podia durar para sempre... Mas é
preciso evidenciar que os
caminhos conhecidos oferecem conforto, segurança. Acontece que no decorrer do
governo do PT, também a sociedade brasileira foi sendo desviada dos seus
caminhos conhecidos. E não parece justo apontar que esse desvio foi da responsabilidade
apenas do PT-Lula. A questão é que parece que a cúpula do PT ficou totalmente
focada em “um” ideal, e por esse ideal teve a necessidade de se deslocar para o
lugar da discrição. Pois é! A impressão é que o PT, precisando ser visto
pelo povo apenas a cada 4 anos, acabou deixando espaço para existir um governo
paralelo. Dessa forma, com o partido vivendo na sombra, há anos a sociedade
civil vinha identificando como governo os principais meios de comunicação – um
governo formado pela mídia. Há anos, esse governo (mídia) vinha passando por
cima da cultura brasileira, dos valores conhecidos pelos brasileiros, numa
evidente tentativa de formar aqui um outro povo, sabe-se lá copiado de onde. Pode
ser dos EUA ou da França; do Afeganistão pode ter certeza que nada foi
copiado. Então, temas conflituosos em outros países, que não existiam no
Brasil, passaram a ser tratados no país como realidade também do povo
brasileiro. Por acaso, no Brasil, há registros de grupos atuantes semelhantes
ao Ku Klux Klan?
Então, como a liderança
política do PT precisou ficar na sombra, realizando suas grandiosas jogadas de
corrupção para servir ao comunismo, não deixando de agradar o socialismo (outra
situação que parece servir para um filme: comunismo com socialismo vivendo uma
linda história de amor no Brasil. Talvez, no futuro também podem fazer um filme
dessa linda história de amor que parece ter superado a de Romeu e Julieta, do Shakespeare.
Como tema musical, Endless Love, do Lionel Richie e Diana Ross, será perfeito. Ah! Para esse filme os atores principais precisarão interpretar o Lula e FHC), quem
se destacou como governo, para o povo, foram os principais meios de
comunicação. Há anos, aparece nitidamente destacado o repúdio
do povo brasileiro contra os principais meios de comunicação. Um repúdio
ignorado. Para entender melhor, eis um
exemplo para servir como comparativo: Um indivíduo tem uma fábrica de sapatos. Surge um crescimento
expressivo de consumidores se queixando dos produtos. O que o fabricante faz?
Ignora as queixas e continua com a fabricação no mesmo jeito. Não aceita ceder,
não considera o excesso de queixas. Bem, com essa decisão do fabricante é muito
fácil saber qual será o final da sua fábrica... Pois é! O público [consumidor] dos principais meios de
comunicação vem, durante anos, excessivamente apresentando queixas, e a
fabricação dos conteúdos jamais deixou de ser a mesma.
Período atual
A situação se inverteu. O
que havia no Lula, quando ele tentava se eleger para presidente da República
(antes na varinha mágica (marketing)), passou a existir no povo. As
características mudaram. Atualmente, entre as proeminentes características
possíveis de observar no povo brasileiro estão a grosseria, a antipatia, a
maldade, a desarmonia, a agressividade.
O presidente Bolsonaro não
surgiu do nada e gerou um conflito social, aliado a uma força tarefa para haver
retrocesso. O conflito social, que esteve aparentemente nítido durante anos,
fez surgir o Bolsonaro. O povo vem brigando com a mídia há anos – esse povo nem
fazia ideia da existência do Bolsonaro. A impressão é que as queixas do povo iam
em direção ao nada e ficavam guardadas no lugar nenhum.
No período da eleição, com as
principais lideranças políticas, juntamente com os principais meios de
comunicação, evidenciando não estarem entendendo o que estava acontecendo no
Brasil, em relação a ascensão do Bolsonaro, muitas vezes, para mim, era difícil
acreditar que eles realmente não estivessem entendendo. Era difícil, pois,
acreditar que realmente não estivessem entendendo confirmava que eles estiveram
durante anos vivendo em outro mundo que não o Brasil. Realmente, as queixas do
povo foram ignoradas pelos que estavam governando. E, sinceramente, a voz do
povo ignorada [durante anos] ecoou alta na voz do candidato que foi
“democraticamente” eleito para presidente da República, Jair Messias Bolsonaro.
Nos discursos do Bolsonaro
havia a simplicidade de apenas repetir as queixas que o povo fazia durante
anos. Não teve mistério algum para os que estavam vendo a realidade do
Brasil! O Bolsonaro não era isso, aquilo, ou aquilo outro de ruim que afirmavam
para tentar derrubá-lo da ascensão, ele foi simplesmente a voz do povo falando
em alto e bom som. E falando uma realidade que esteve durante anos sob a luz do
sol.
Pois é! Ao contrário do Lula
- que para ganhar a eleição precisou desconstruir os discursos agressivos e
maquiar sua essência, evidenciando que a maioria do povo se identificava com a
paz - o Bolsonaro só ganhou a eleição por conta de construir discursos
agressivos, nesse caso, evidenciando que, atualmente, o povo está vivendo
sérios conflitos emocionais.
No momento atual, o ataque que
se vê contra o presidente Bolsonaro se torna um ataque que vai direto contra o
povo que foi ignorado durante anos. Um povo que evidencia estar absurdamente
carente da sua essência, natureza, angustiado pela falta do direito de viver a
sua própria realidade humana, cultural. Um povo que teve orgulho de ter como
herói nacional o Pelé, sem jamais apontar para a cor de pele. Uma povo que teve
uma geração expressiva de jovens que curtia as músicas do Cazuza, que sofreu
pela situação que ele precisou enfrentar, sem jamais apontar dedo para questão
de sexualidade. Um povo que aplaudia a força, coragem e inteligência da Tieta do Agreste (novela,
Tieta), da viúva Porcina (novela, Roque Santeiro), que torcia por elas,
independente do que faziam ou não, evidenciando claramente não ter a mulher
como ser inferior, proibidas de viver a vida como quisessem. Um povo que
delirava com a bandeira do Brasil que o corredor da fórmula 1, Ayrton Senna,
colocava para fora do carro a cada vitória. Quando o Ayrton Senna morreu, o
Brasil parou literalmente para o povo chorar, evidenciando que em primeiro
lugar nesse país era necessário deixar o povo resolver a empatia. Um povo que
não fazia questão de contribuir para causas nobres. Um povo que já tinha
chegado no nível de saber reconhecer, respeitar, admirar os melhores por conta
do talento, do caráter. É isso aí! Pegaram questões sociais complexas, questões
culturais conflituosas, existentes em países como EUA, França, e enfiaram goela
abaixo do povo brasileiro que vinha pelo caminho privilegiando uma existência
pacífica, lidando bem com a generosidade, irmandade, privilegiando bons valores,
aceitando gradativamente as mudanças sociais importantes. Mas, não pegaram por
conta própria, apenas deram sequência. Uma sequência liberada para ser imposta
pelo governo paralelo (mídia). Pois, na
transição da democracia para o socialismo ficou em evidência que precisava
dividir o povo - o famoso NÓS CONTRA ELES que surgiu. E assumindo o governo, o
Lula incentivou imediatamente, implantando, no primeiro dia, cotas para
todas as minorias. Ou seja, uma forma fácil de detonar a meritocracia conhecida
e aprovada pelo povo brasileiro.
O NÓS CONTRA ELES é uma guerra
social com questões imperceptíveis, complicadíssima de se resolver. Não há
exército, interesse legítimo de espoliação, não há nem mesmo a ilusão de que um
dia haverá o fim, podendo fazer quem está nessa guerra sentir a esperança. Um
assunto tratado sistematicamente, em cima de uma sociedade que não o reconhece
como comum na realidade, tende a gerar enlouquecimento, angústia, desespero. Como
eu, milhares de brasileiros cresceram sem consciência de diferenciação de cor,
de pensar em mulher como ser inferior, de fazer questão de saber orientação
sexual do outro. Isso é uma guerra que provoca implosão social, produzida pelos
próprios membros da sociedade. A “única” luz que aparece como tendo a solução
para resolver o conflito social é o Estado. Eis a questão: O NÓS CONTRA ELES
favoreceu demais a determinados grupos e indivíduos protegidos atrás do Estado,
sendo possível ainda hoje escutar partindo de alguns que o compromisso de
cuidar de tudo é do Estado. Esse Estado, que vai resolver todas as questões,
precisa que cada indivíduo esteja individualizado, desconfiando de tudo e
todos, acreditando em perseguições e, não bastando tanta coisa ruim, desesperançoso.
Em outras palavras, o NÓS CONTRA ELES é promovido por um Estado que tem a
necessidade de ter uma sociedade esquizofrênica. Quem é esse Estado?
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
Srª Ministra Damares Alves.
Com um número expressivo de intenções em colocar sob grande destaque
a Srª Ministra Damares Alves, acabei entrando em uma reflexão sobre ela.
Assistindo tudo que ela tem apresentado, após assumir a
função de Ministra, encontrei informações que me fizeram recordar uma leitura
muito especial que fiz anos atrás. Antes de escrever a reflexão sobre
ela, deixo a leitura:
“...Hoje entendo bem o meu pai. Um homem precisa viajar. Por
sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou tv. Precisa viajar por
si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as
suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar do
calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o
próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar
essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente
como é, que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos
ser alunos, e simplesmente ir ver”. (Amyr Klink)
Li essas palavras do Amyr Klink anos atrás, mas o tempo
distante da leitura não me fez esquecer a sensação maravilhosa que tive. Ao concluir
essa leitura, com perfeição lembro a sensação. Parecia que eu estava ganhando um
presente extremamente valioso - algo que se estivesse à venda eu não teria
recurso financeiro para comprar.
Por que, afinal de contas, a Srª Ministra Damares Alves fez
ressurgir essa leitura dentro de mim? Vou começar com a questão polêmica do
recorte que fizeram no primeiro discurso que ela realizou como ministra. Recortaram
a fala de “menino veste azul e menina veste rosa”, e em cima desse recorte parece ter existido intenção de transmitir a existência de uma possível ameaça de retrocesso. Bem, para ocorrer retrocesso a fala
precisaria ser sobre algo que não existe mais na realidade. Só um exemplo
(entre vários outros possíveis de pontuar) de que “menino veste azul e menina
veste rosa” - que vem sendo muito praticado atualmente -, está na invenção atual dos casais em realizar também o evento chá revelação: se aparecer azul é menino, se
aparecer rosa é menina. Pois é! Essa cultura do azul e rosa para definir menino e menina não foi extinta no período de Lampião e
Maria Bonita. Essa cultura está na realidade – se está na realidade e estão
afirmando ser retrocesso, as palavras do Amyr Klink serve como grande ajuda: “Um
homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância
que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é, que nos
faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e
simplesmente ir ver”.
No mais, em relação ao discurso sem recorte, realizado pela
Srª Ministra Damares Alves, é possível perceber claramente que ela viveu como
aluna, que ela viu com seus próprios olhos a realidade sangrando em cima de uma
sociedade vivendo há anos sob governo de discursos legalizados. Aliás, por
mencionar esse governo de discursos legalizados, acabei lembrando do relato de
uma moça dias atrás. A moça estava dentro de um ônibus. Sentado ao lado dela
estava um indivíduo que resolveu colocar o pênis para fora e se masturbar. Ela
ficou revoltada diante da situação, começou a discutir em voz alta. Bem, no
relato tive a impressão que a situação da masturbação acabou ficando menor em
relação ao choque que ela teve ao perceber a indiferença em todos que estavam
dentro do ônibus. Não houve nenhuma ação de ajuda para a moça. E isso pareceu
ter feito ela sentir um estado de confusão por estar enfrentando uma realidade
solitária tendo em vista a existência de uma vida coletiva na internet - onde governa os discursos legalizados. Está em
evidência que a Srª Ministra Damares Alves tem o conhecimento sobre essa
realidade, como muitas outras que já se encontram em nível alto de complexidade.
Refletindo aqui sobre a srª Ministra Damares Alves, acabei
vendo surgir outra publicação sobre ela. Parece mesmo existir intenção de colocá-la
sob grande destaque (polêmico). Coisas que estavam vindo na reflexão deram lugar ao que veio: sequestro. Pois é! A publicação traz a palavra sequestro. Parece
importante levar em consideração que algumas palavras pesam toneladas. Então,
pelo que pude perceber, a srª Ministra Damares Alves sempre foi uma figura pública,
com atuação expressiva em ações sociais, o que mudou foi apenas a chegada de um
título – o título de ministra. Tendo ela sempre estado nesse universo de
figuras públicas, próxima de pessoas de valor significativo, influentes: colocar a palavra
sequestro significa uma afirmação que no Brasil não há inteligência?
*foto: google
quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
Relatório: ONG Human Rights Watch
O que foi
informado sobre o relatório da ONG Human Rights Whatch que li está registrado nessa página.
E aqui
deixo uma reflexão da leitura que fiz da matéria:
Como
podem “afirmar” estar funcionando a característica de autoritário no Presidente Jair Bolsonaro
(“Durante apresentação do relatório, Roth citou o
presidente do Brasil, Jair Bolsonaro,
entre os governantes conhecidos por práticas autoritárias (...)”), tendo
em vista terem tido 17 dias de análise? Eu acho que apenas os indivíduos que
estão com a mente funcionando precariamente devido a transtornos mentais, doenças
graves, ou os que estão afetados pelo Alzheimer, não devem saber que esse governo
iniciou no dia 1º de janeiro de 2019 (nesse ano). É uma liderança que será conhecida. Compará-lo a outros que estão mostrando suas lideranças há anos? Pois bem! Tivemos o que nessa afirmativa?
A análise de um Sigmund Freud supersônico? E se realmente houver no Presidente Jair Bolsonaro
também a influência da característica autoritária: quem pode afirmar que um
diálogo sensato não resolva questões necessárias? Parece importante levarmos em
consideração que a fartura de conhecimento que trafega na superfície não tem o selo de garantia da existência de uma base na profundidade.
A epidemia
de violência doméstica apareceu no relatório. Obviamente, é necessário registrar
em documento essa situação gravíssima que está ocorrendo na nossa geração. Gravíssima mesmo! Agora, o que estão fazendo para tentar ajudar as mulheres? Porque
faz tempo que tenho acompanhado essa horrenda epidemia, e o que tenho encontrado
é um trabalho contínuo de formação para o sentido de tornarem as mulheres
conhecedoras da Lei Maria da Penha. A questão é que nessa formação parece estar surgindo na mulher um acreditar que essa Lei é escudo, total proteção. Que eu saiba, o fato de terem criado lei
contra roubo não fez desaparecer o ladrão. Que eu saiba, mesmo sabendo que
existe lei contra roubo, o risco de ser roubado mantem funcionando naturalmente sistema
de defesa. Eis a questão: onde estão campanhas alertando mulheres (e também homens) sobre risco com excesso de bebidas alcoolicas, uso de
drogas lícitas e ilícitas, o cuidado que se deve ter com a realidade existente na questão das diferenças sociais,
culturais?
Superlotação
do sistema carcerário. Anos atrás encontrei em relatos de pessoas que tinham
membros da família com graves doenças mentais o desespero por ficarem sem poder contar
com lugares que lhes prestavam atendimento específico, acolhimento. O desespero
era devido a questão que por mais que as famílias fossem orientadas nas formas
de tratamentos, conseguindo viver com esses membros em
casa, algumas crises acabavam sendo muito sérias gerando a necessidade de internação. Eis a questão: encontraram e acusaram a existência de maus tratos em hospício, apresentando provas legítimas, e conseguiram por fim a esses lugares. Mas e agora? Será
que nessa superlotação não está incluído a obrigação do sistema carcerário
funcionar também como um lugar de internação?
Sobre a comparação entre o número de civis que a polícia matou no Rio de Janeiro com o número de civis que a polícia matou nos EUA, não aparece qual é o significado da palavra "civil" para a ONG.
Sobre os venezuelanos...
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