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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Relatório: ONG Human Rights Watch


O que foi informado sobre o relatório da ONG Human Rights Whatch que li está registrado nessa página.

E aqui deixo uma reflexão da leitura que fiz da matéria:

Como podem “afirmar” estar funcionando a característica de autoritário no Presidente Jair Bolsonaro (“Durante apresentação do relatório, Roth citou o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, entre os governantes conhecidos por práticas autoritárias (...)”), tendo em vista terem tido 17 dias de análise? Eu acho que apenas os indivíduos que estão com a mente funcionando precariamente devido a transtornos mentais, doenças graves, ou os que estão afetados pelo Alzheimer, não devem saber que esse governo iniciou no dia 1º de janeiro de 2019 (nesse ano). É uma liderança que será conhecida. Compará-lo a outros que estão mostrando suas lideranças há anos? Pois bem! Tivemos o que nessa afirmativa? A análise de um Sigmund Freud supersônico?  E se realmente houver no Presidente Jair Bolsonaro também a influência da característica autoritária: quem pode afirmar que um diálogo sensato não resolva questões necessárias? Parece importante levarmos em consideração que a fartura de conhecimento que trafega na superfície não tem o selo de garantia da existência de uma base na profundidade. 

A epidemia de violência doméstica apareceu no relatório. Obviamente, é necessário registrar em documento essa situação gravíssima que está ocorrendo na nossa geração.  Gravíssima mesmo! Agora, o que estão fazendo para tentar ajudar as mulheres? Porque faz tempo que tenho acompanhado essa horrenda epidemia, e o que tenho encontrado é um trabalho contínuo de formação para o sentido de tornarem as mulheres conhecedoras da Lei Maria da Penha. A questão é que nessa formação parece estar surgindo na mulher um acreditar que essa Lei é escudo, total proteção. Que eu saiba, o fato de terem criado lei contra roubo não fez desaparecer o ladrão. Que eu saiba, mesmo sabendo que existe lei contra roubo, o risco de ser roubado mantem funcionando naturalmente sistema de defesa. Eis a questão: onde estão campanhas alertando mulheres (e também homens) sobre risco com excesso de bebidas alcoolicas, uso de drogas lícitas e ilícitas, o cuidado que se deve ter com a realidade existente na questão das diferenças sociais, culturais? 

Superlotação do sistema carcerário. Anos atrás encontrei em relatos de pessoas que tinham membros da família com graves doenças mentais o desespero por ficarem sem poder contar com lugares que lhes prestavam atendimento específico, acolhimento. O desespero era devido a questão que por mais que as famílias fossem orientadas nas formas de tratamentos, conseguindo viver com esses membros em casa, algumas crises acabavam sendo muito sérias gerando a necessidade de internação. Eis a questão: encontraram e acusaram a existência de maus tratos em hospício, apresentando provas legítimas, e conseguiram por fim a esses lugares. Mas e agora? Será que nessa superlotação não está incluído a obrigação do sistema carcerário funcionar também como um lugar de internação? 

Sobre a comparação entre o número de civis que a polícia matou no Rio de Janeiro com o número de civis que a polícia matou nos EUA, não aparece qual é o significado da palavra "civil" para a ONG. 

Sobre os venezuelanos... 



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