O que foi
informado sobre o relatório da ONG Human Rights Whatch que li está registrado nessa página.
E aqui
deixo uma reflexão da leitura que fiz da matéria:
Como
podem “afirmar” estar funcionando a característica de autoritário no Presidente Jair Bolsonaro
(“Durante apresentação do relatório, Roth citou o
presidente do Brasil, Jair Bolsonaro,
entre os governantes conhecidos por práticas autoritárias (...)”), tendo
em vista terem tido 17 dias de análise? Eu acho que apenas os indivíduos que
estão com a mente funcionando precariamente devido a transtornos mentais, doenças
graves, ou os que estão afetados pelo Alzheimer, não devem saber que esse governo
iniciou no dia 1º de janeiro de 2019 (nesse ano). É uma liderança que será conhecida. Compará-lo a outros que estão mostrando suas lideranças há anos? Pois bem! Tivemos o que nessa afirmativa?
A análise de um Sigmund Freud supersônico? E se realmente houver no Presidente Jair Bolsonaro
também a influência da característica autoritária: quem pode afirmar que um
diálogo sensato não resolva questões necessárias? Parece importante levarmos em
consideração que a fartura de conhecimento que trafega na superfície não tem o selo de garantia da existência de uma base na profundidade.
A epidemia
de violência doméstica apareceu no relatório. Obviamente, é necessário registrar
em documento essa situação gravíssima que está ocorrendo na nossa geração. Gravíssima mesmo! Agora, o que estão fazendo para tentar ajudar as mulheres? Porque
faz tempo que tenho acompanhado essa horrenda epidemia, e o que tenho encontrado
é um trabalho contínuo de formação para o sentido de tornarem as mulheres
conhecedoras da Lei Maria da Penha. A questão é que nessa formação parece estar surgindo na mulher um acreditar que essa Lei é escudo, total proteção. Que eu saiba, o fato de terem criado lei
contra roubo não fez desaparecer o ladrão. Que eu saiba, mesmo sabendo que
existe lei contra roubo, o risco de ser roubado mantem funcionando naturalmente sistema
de defesa. Eis a questão: onde estão campanhas alertando mulheres (e também homens) sobre risco com excesso de bebidas alcoolicas, uso de
drogas lícitas e ilícitas, o cuidado que se deve ter com a realidade existente na questão das diferenças sociais,
culturais?
Superlotação
do sistema carcerário. Anos atrás encontrei em relatos de pessoas que tinham
membros da família com graves doenças mentais o desespero por ficarem sem poder contar
com lugares que lhes prestavam atendimento específico, acolhimento. O desespero
era devido a questão que por mais que as famílias fossem orientadas nas formas
de tratamentos, conseguindo viver com esses membros em
casa, algumas crises acabavam sendo muito sérias gerando a necessidade de internação. Eis a questão: encontraram e acusaram a existência de maus tratos em hospício, apresentando provas legítimas, e conseguiram por fim a esses lugares. Mas e agora? Será
que nessa superlotação não está incluído a obrigação do sistema carcerário
funcionar também como um lugar de internação?
Sobre a comparação entre o número de civis que a polícia matou no Rio de Janeiro com o número de civis que a polícia matou nos EUA, não aparece qual é o significado da palavra "civil" para a ONG.
Sobre os venezuelanos...
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