O que entendi no texto que explica esse título: "Reforma da Previdência: Câmara quer descartar texto atual e criar novo, é que o Congresso Nacional não está aceitando o trabalho realizado pelo Ministério da Economia. *Para fazer a leitura do texto em questão, clicar AQUI.
Às vezes, surge em mim um pensamento sobre alguma questão; e o pensamento me impõe a necessidade de pensar na possibilidade de estar enganada. Pois é: às vezes, o pensamento é tão estranho, sem sentido, que acabo me sentindo no dever de dedicar ao pensamento grande consideração.
Pois bem! Ao ler o texto em questão, me surgiu pensamento para ser pensado. O que veio ao meu pensamento? Exemplos: 1) O dono de um restaurante contrata um garçom. O garçom passa três meses trabalhando e aí vem o dono e diz: "pode deixar que eu mesmo sirvo". Eis a questão: o garçom não é demitido, apenas o dono do restaurante é que fica fazendo o trabalho dele. 2) Um hospital contrata um cardiologista. O cardiologista passa três meses trabalhando e aí vem a diretoria e diz: "pode deixar o trabalho por nossa conta". Eis a questão: o médico não é demitido, apenas a diretoria do hospital é que passa a realizar o trabalho dele. 3) Um empresário contrata um vendedor externo. O vendedor passa três meses trabalhando e aí vem o empresário e diz: "pode deixar que eu mesmo vou sair para vender". Eis a questão: o vendedor não é demitido, apenas o empresário é que passa a fazer o serviço dele.
Baseada nos exemplos que o meu pensamento criou, eu me pergunto: Será essa a informação que o Congresso Nacional está transmitindo? Que não tem problema o país gastar com o Ministério da Economia, mas quem fará tudo são os parlamentares?
É um pensamento que realmente precisa ser pensado: tamanho a estranheza, falta de sentido, aberração... Porque GA$TAR com o Ministério da Economia para que todos que lá estão entreguem trabalhos, e ao entregarem (como foi entregue o texto da Reforma da Previdência) dizer que não há necessidade do que fazem porque tem quem faça (os parlamentares), e ainda manter o gasto existindo...
Nenhum comentário:
Postar um comentário