Páginas

Mostrando postagens com marcador Montanhismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Montanhismo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Pico da Bandeira II

Pico da Bandeira
Subida por Alto Caparaó-MG
Local: Terreirão
Data: 16/08/09
O mau tempo dificultou chegar ao pico.

Pico da Bandeira I

Pico da Bandeira
Subida por Alto Caparaó-MG
Local: Tronqueira
Espécie: Quati
Data: 16/08/09

domingo, 15 de maio de 2016

Montanhismo*Parque Nacional da Serra dos Orgãos - Teresópolis-RJ

Aprecio bastante um pensamento do fotógrafo Henri Cartier-Bresson: “De todos os meios de expressão, a fotografia é o único que fixa para sempre o instante preciso e transitório. Nós, fotógrafos, lidamos com coisas que estão continuamente desaparecendo e, uma vez desaparecidas, não há mecanismo no mundo capaz de fazê-las voltar outra vez. Não podemos revelar ou copiar uma memória”. 
Vou um pouquinho além. Acho que a fotografia não contribui apenas revelando ou copiando uma memória, ela também possibilita que instantes significativos do passado possam ser sentidos no presente. Olhar, retornar e novamente sentir...

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Pedra do Frade e da Freira - ES

Entre a saída e a chegada, o caminho...
Pedra do Frade e da Freira, vista na passagem pela BR 101 - trecho que pertence ao estado do Espírito Santo.



domingo, 21 de junho de 2015

Montanhismo - Parte III - Chegada

***
Atividade: Montanhismo
Data: 21 de junho de 2015
Cidade: São José de Ubá-RJ
Local: Espaço separado por propriedades particular.
Altura: desconheço. A subida levou aproximadamente 1h40mins. e a descida 1h10mins. (fui de carro até certo ponto. Acredito que se a caminhada fosse do início haveria o acréscimo de uns 30mins.).
Grau de dificuldade na subida para os que praticam de forma habitual: Leve
Grau de dificuldade para mim: Por estar há 3 anos sem práticas de atividades física houve dores nas pernas. Dores de nível tranquilamente suportável. Esqueci de levar água, que, na falta, acabou causando sensação de formigamento (como se tivesse sangue em excesso) no cérebro.
Experiência: Por não conhecer o caminho não tinha o conhecimento do tempo que faltava de caminhada para chegar ao destino. Em um determinado ponto surgiu um pensamento forte que devia retornar: a natural exigência interna para defesa do corpo. Pensar o pensamento é um exercício interessante. O meu pensar decidiu não atender ao pensamento e, dessa forma, continuei seguindo. A decisão foi compensatória, pois faltava muito pouco para a chegada ao belo destino. 
Reflexão: Na prática do montanhismo passamos por um processo interessante, que é o de ter apenas a frente para olhar. Qualquer outro lado significa risco desnecessário. Ou seja, não há necessidade de olhar para trás, pois já passamos o caminho e sobrevivemos a ele. Não há também necessidade de olhar para os lados, pois antes da chegada ao passo seguinte os lados foram observados. Então, para nossa segurança e tranquila chegada ao destino é só a frente que nos interessa. 

  

 Parede de casa pau a pique

Sobre essa parte, achei muito interessante encontrar uma casa de pau a pique tendo por base [apenas] pedras (ainda em uso). Um alinhamento espetacular, que por certo foi construído por alguém sem um mundo de teorias, certificados, etc. 
Pelo que soube a casa tem mais de 70 anos, servindo tranquilamente a todos que nela habitaram (e habitam). 
O fascinante, a meu ver, é que nada do que a sociedade parece definir como beleza, ou mesmo, todo um mundo de coisas materiais que precisa haver para enfeitar uma casa, tinha lá. O que vi foi o básico e uma espetacular história de vida. 
Lá não tem barulho, tem som. Lá não tem conversa, tem história. Lá não tem chegada, tem acolhida.  














***
Sobre meu esquecimento de levar água, acabei dando sorte de encontrar um córrego que amenizou a sensação desagradável no cérebro. 
Em lugar que gado bebe água podemos beber também ;)

Paz e bem!

Montanhismo - Parte II - Pelo caminho bichos

***
Atividade: Montanhismo
Data: 21 de junho de 2015
Cidade: São José de Ubá-RJ
Local: Espaço separado por propriedades particular.
Altura: desconheço. A subida levou aproximadamente 1h40mins. e a descida 1h10mins.  (fui de carro até certo ponto. Acredito que se a caminhada fosse do início haveria o acréscimo de uns 30mins.).
Grau de dificuldade na subida para os que praticam de forma habitual: Leve
Grau de dificuldade para mim: Por estar há 3 anos sem práticas de atividades física houve dores nas pernas. Dores de nível tranquilamente suportável. Esqueci de levar água, que, na falta, acabou causando sensação de formigamento (como se tivesse sangue em excesso) no cérebro.
Experiência: Por não conhecer o caminho não tinha o conhecimento do tempo que faltava de caminhada para chegar ao destino. Em um determinado ponto surgiu um pensamento forte que devia retornar: a natural exigência interna para defesa do corpo. Pensar o pensamento é um exercício interessante. O meu pensar decidiu não atender ao pensamento e, dessa forma, continuei seguindo. A decisão foi compensatória, pois faltava muito pouco para a chegada ao belo destino. 
Reflexão: Na prática do montanhismo passamos por um processo interessante, que é o de ter apenas a frente para olhar. Qualquer outro lado significa risco desnecessário. Ou seja, não há necessidade de olhar para trás, pois já passamos o caminho e sobrevivemos a ele. Não há também necessidade de olhar para os lados, pois antes de chegar ao passo seguinte os lados foram observados. Então, para nossa segurança e tranquila chegada ao destino é só a frente que nos interessa. Talvez esse processo seja interessante para refletirmos sobre a crise que o Brasil está passando. Possivelmente, projetar nossos olhares apenas para frente será menos dolorido o caminho. Pois é! Olhar para trás ou para os lados pode dificultar bastante o Brasil a alcançar resultados positivos.

Sobre essa parte, para quem tem interesse em praticar uma atividade assim, mas tem dificuldade com aproximação de bichos, saiba que, tirando o cuidado que se deve ter com cobras, a maioria dos bichos que encontramos pelo caminho tem semelhanças com o ser humano. Entre, são apenas curiosos e gostam de receber carinho. 
Infelizmente, o ser humano representa um perigo muito maior para os bichos do que o contrário.











Paz e bem!

Montanhismo - Parte I - Pelo caminho paisagens

***
Atividade: Montanhismo
Data: 21 de junho de 2015
Cidade: São José de Ubá-RJ
Local: Uma serra separada por propriedades particular.
Altura: Desconheço. A subida levou aproximadamente 1h40mins. e a descida 1h10mins.  (fui de carro até certo ponto. Acredito que se a caminhada fosse do início haveria o acréscimo de uns 30mins.).
Grau de dificuldade na subida para os que praticam de forma habitual: Leve
Grau de dificuldade para mim: Por estar há 3 anos sem práticas de atividades física houve dores nas pernas. Dores de nível tranquilamente suportável. Esqueci de levar água, que, na falta, acabou causando sensação de 'formigamento' (como se tivesse sangue em excesso) no cérebro.
Experiência: Por não conhecer o caminho não tinha o conhecimento do tempo que faltava de caminhada para chegar ao destino. Em um determinado ponto surgiu um pensamento forte que devia retornar: a natural exigência interna para defesa do corpo. Pensar o pensamento é um exercício interessante. O meu pensar decidiu não atender ao pensamento e, dessa forma, continuei seguindo. A decisão foi compensatória, pois faltava muito pouco para a chegada ao belo destino. 
Reflexão: Na prática do montanhismo passamos por um processo interessante, que é o de ter apenas a frente para olhar. Qualquer outro lado significa risco desnecessário. Ou seja, não há necessidade de olhar para trás, pois já passamos o caminho e sobrevivemos a ele. Não há também necessidade de olhar para os lados, pois antes de chegar ao passo seguinte os lados foram observados. Então, para nossa segurança e tranquila chegada ao destino é só a frente que nos interessa. Talvez esse processo seja interessante para refletirmos sobre a crise que o Brasil está passando. Possivelmente, projetar nossos olhares apenas para frente será menos dolorido o caminho. Pois é! Olhar para trás ou para os lados pode dificultar bastante o Brasil a alcançar resultados positivos.











 Árvore seca.




 Vista da cidade de São José de Ubá-RJ










 Achei interessante essa pedra [cadeira] desenhada pela própria natureza.



Paz e bem!