Jesus Cristo foi esperado conforme a mentalidade de cada grupo. Os sacerdotes acreditavam que ele seria um sacerdote do Templo. Os escribas, que seria um escriba. E assim por diante, cada grupo: fariseus, saduceus, zelotas, levitas, etc. O curioso é que Jesus Cristo não agradou nenhum deles, pois não se enquadrou em nada. Sua mensagem era livre! O amor e a misericórdia venceram todas as barreiras, mas o levaram à cruz. Jesus Cristo não tinha interesse em suprir expectativas deste ou daquele grupo, e também não quis ser democrático ou não. Ele amou! O amor o fez ir além de tudo e, ao mesmo tempo, estabelecer as bases da relação: com Deus e com o próximo. Jesus Cristo foi um revolucionário inovador, mas não porque quis sê-lo. Mas apenas por um gesto criativo que foi o transbordar de seu próprio ser.
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