De forma expressivamente comum, a bebida alcoolica, medicamentos
controlados, drogas, estão sempre presentes nas matérias de violências,
assassinatos. Por que matou? Tinha bebido. Por que atacou? Toma remédio
controlado. Por que estuprou? Estava drogado. Como estava quando foi estuprado(a)?
Embriago(a) e/ou drogado(a).
Pois bem! A não ser que haja interesse, necessidade, não é
comum no ser humano a busca por conhecimento. Dessa forma, se faz necessário que
o Estado também realize trabalhos de alerta – impondo o conhecimento. Eis a
questão: há anos, há muitos anos, a única informação que vem sendo possível
encontrar no sentido de alertar a sociedade contra o risco do cérebro ser
seriamente afetado por elementos químicos, podendo levar a pessoa a causar uma
desgraça (até mesmo irreparável), é: se beber não dirija. Em outras palavras, não
há alerta sobre a possibilidade da bebida alcoolica, medicamentos controlados,
drogas, deixar o ser humano sob a orientação apenas do instinto. E quem é o
instinto?
Então, parece que diferentemente de uma guerra em que há a lucidez
que ocorrerá uma tragédia humana: pelo objetivo de espoliar, de destruir algum
mal, nesse caso específico, do consumo de elementos químicos, o que ocorre é o
ser humano podendo perder totalmente a lucidez (consciência). Dessa forma, orientados pelo instinto, podem
também matar, estuprar, se matar. Bem, como não é possível revelar o que há na
genética de cada um, cada vez mais os terríveis casos de violências,
assassinatos, tem tornado possível perceber que o instinto humano é um mistério
que continua na necessidade de ser levado muito a sério.
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