Eu guardo com muito carinho essa mensagem do navegador Amyr
Klink:
“...Hoje entendo bem o meu pai. Um homem precisa viajar. Por sua conta,
não por meio de histórias, imagens, livros ou tv. Precisa viajar por si, com
seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas
próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar do calor. E o
oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um
homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância
que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é, que nos
faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e
simplesmente ir ver”.
Certa vez, por curiosidade, fui olhar a lista com os nomes
das pessoas que recebiam o benefício do programa Bolsa Família na cidade que moro.
Absurdo o que encontrei! A situação evidenciava a intenção da “compra de voto”
(permanecer no poder dando dinheiro de trabalhador para um número absurdamente
elevado de pessoas/eleitores que não desenvolveram noção do pensar o valor de uma Nação).
Eis a questão, é possível para o indivíduo, de todas as
classes sociais, conseguir diminuir o nível de estupidez também orientado pela
ideia que nos passou o navegador Amyr Klink: não seja professor, doutor, do que
não viu, não sabe, não conhece. A decisão que esses senhores - mencionados pelo
jornalista William Waack - tiveram, parece ter partido do que imaginam, em outras palavras, parece que não viajaram por sua conta, mas por meio de histórias, imagens, contos... Agora, se eles viveram escondidos as últimas décadas no Brasil vendo tudo o que afirmam...Eles precisam revelar a cidade que estavam.
Detalhe: é possível para qualquer leigo entender que a Justiça no Brasil está revelando e resolvendo crimes, e não ideologia, desgostos, etc e tal de questões subjetivas.
Detalhe: é possível para qualquer leigo entender que a Justiça no Brasil está revelando e resolvendo crimes, e não ideologia, desgostos, etc e tal de questões subjetivas.
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